quinta-feira, 10 de julho de 2008

Coliseu

O nome original do Coliseu era “Anfiteatro Flávio”; a construção ficou conhecida pelo nome actual por causa de uma estátua colossal do imperador Nero que ficava perto da edificação. A estátua já não existe, mas o nome pegou.





quarta-feira, 9 de julho de 2008

Catapultas medievais e a guerra biológica


Vocês sabiam que durante épocas medievais, catapultas e mecanismos de cerco relacionados foram as primeiras armas usadas para guerra biológica? As carcaças de animais doentes e daqueles que morreriam da peste negra ou de outras doenças eram carregadas como munição e então arremessadas contra as paredes dos castelos para infectar aqueles que se encontravam trancados dentro.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Atena: Deusa da Sabedoria



Atena
Poderosa Deusa da sabedoria
Deusa da justiça entre a discórdia
Protectora dos heróis
Perante ti filha de Zeus
Tu que habitas o imponente Olimpo
Ofereço a minha espada à tua causa
Guia sempre a minha mão no seu manejo
A ti poderosa Deusa
Ofereço a minha arte de conhecer o sonho
Que me foi ensinada por Morpheu
Deus que habita a fantasia dos homens
Despertos ou adormecidos
À tua causa nobre de justiça
Ofereço os meus talentos
Protege-me poderosa Atena
Pois eu sou o teu servo
Desejo ser digno da tua honra
Desejo viver sobre o teu código
Concede-me sempre o dom da sabedoria
Faz que eu seja justo
Digno do reparo do Olimpo

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Poseidon: O Deus dos Mares


Ao lado de Zeus e Hades, Poseidon governava o universo. Seus domínios eram sobre os mares e oceanos principalmente, além de controlar os terremotos. Poseidon aparece algumas vezes como irmão mais novo de Zeus e em outras ocasiões como mais velho. Na verdade, Zeus teria obrigado seu pai Kronos a regurgitar e devolver a vida a seus filhos que sempre engolia, assim, Zeus seria o filho mais novo. Poseidon descontava sua ira através de terremotos, porém também podia ser benigno, um exemplo disso foi quando ajudou os gregos a vencer a Guerra de Tróia. Os navegantes pediam a ele águas calmas e ventos favoráveis, mas nunca era possível prever o que Poseidon iria fazer, pois ele era imprevisível. Da mesma forma que Zeus, Poseidon tinha inúmeras aventuras amorosas, gerando uma grande quantidade de filhos, que como os filhos de Hades, eram violentos e maléficos.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Povos bárbaros


Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as regiões norte e nordeste da Europa e noroeste da Ásia, na época do Império Romano. Viveram em relativa harmonia com os romanos até os séculos IV e V da nossa era. Chegaram até a realizar trocas e comércio com os romanos, através das fronteiras. Muitos germânicos eram contratados para integrarem o poderoso exército romano.

Os romanos usavam a palavra "bárbaros" para todos aqueles que habitavam fora das fronteiras do império e que não falavam a língua oficial dos romanos: o latim. A convivência pacífica entre esses povos e os romanos durou até o século IV, quando um grupo de hunos pressionou os outros povos bárbaros nas fronteiras do Império Romano. Neste século e no seguinte, o que se viu foi uma invasão, muitas vezes violenta, que acabou por derrubar o Império Romano do Ocidente. Além da chegada dos hunos, podemos citar como outros motivos que ocasionaram a invasão dos bárbaros: a busca de riquezas, de solos férteis e de climas agradáveis.

Principais Povos Bárbaros:
Francos : estabeleceram-se na região da atual França e fundaram o Reino Franco Lombardos : invadiram a região norte da Península Itálica
Anglos e Saxões : penetraram e instalaram-se no território da atual Inglaterra
Burgúndios : estabeleceram-se na sudoeste da França
Visigodos : instalaram-se na região da Gália, Itália e Península Ibérica Suevos : invadiram e habitaram a Península Ibérica
Vândalos : estabeleceram-se no norte da África e na Península Ibérica
Ostrogodos : invadiram a região da actual Itália
Germanicos:Pouco a pouco, os diversos povos germânicos foram dominando diferentes regiões do antigo Império Romano e organizando-se nos territórios conquistados. Já por volta do século VII, quase todos os povos germânicos estavam estabelecidos em regiões da Europa.
Hunos: estabeleceram-se nas planícies húngaras, no leste europeu.

Curiosidades: Júlio César-saga Asterix


O verdadeiro Júlio César era mesmo parecido com o Júlio César mostrado nas histórias do Ásterix?

O Júlio César mostrado nos quadrinhos de Asterix guarda semelhanças físicas com as estátuas e bustos feitos em homenagem ao verdadeiro César. No entanto, vale destacar uma curiosidade: essas estátuas e bustos geralmente mostram Júlio César com todos os cabelos, mas quando foram feitas, o modelo já era calvo. Trata-se de um fato comum na História: os poderosos são retratados da forma como eles gostariam de ser lembrados e não como realmente eram. No que se refere à personalidade, o César dos quadrinhos também lembra o que existiu em alguns aspectos, tais como espírito de liderança e habilidade política.

Cartoon-Asterix


sábado, 21 de junho de 2008

Zeus: O Deus dos Deuses


A História de Zeus
“Kronos, pai de ZEUS, devorava seus próprios filhos para impedir que esses usurpassem seu trono. A mãe de ZEUS, Réia, cansada da sangrenta rotina do marido, entregou a ele uma pedra no lugar do filho.
Salvando a vida de ZEUS, Réia selou a profecia de que o último filho de Kronos encerraria o reinado de sangue do pai e se instalaria, para sempre, no trono do mundo. Kronos descobriu ter devorado uma pedra em vez do filho e saiu a vasculhar o mundo em busca do herdeiro que mais tarde seria seu invencível inimigo.
Mas, não encontrou a criança que foi criada nos bosques de Creta, sob os cuidados da ninfa Amaltéia. Ramagens escondiam ZEUS para que Kronos não pudesse vê-lo, Guerreiros sacerdotes cantavam e dançavam para que o pai não ouvisse o choro do menino.
Cumpriu-se o tempo da infância. Adulto, ZEUS partiu para combater o pai e assenhorar-se do domínio do mundo. ZEUS obrigou o pai a ingerir uma bebida mágica que lhe provocou tal convulsão que Kronos restituiu à luz todos os filhos que, em outros tempos, havia devorado.
Assim, ZEUS conheceu seus irmãos: Deméter; Poseidon; Héstia; Hades. Apenas Hera ali não estava, pois, como ele próprio, fora poupada. ZEUS libertou os ciclopes que fabricaram: o capacete para Hades; o tridente para Poseidon e o raio para ZEUS.
Dez anos decorreram até o glorioso triunfo. O domínio do mundo foi dividido: Poseidon ganhou a soberania dos mares; Hades assumiu o reino dos mortos; ZEUS subiu ao Olimpo para de lá comandar a terra, o céu e os demais deuses.
ZEUS casou-se com sua irmã Hera e juntos tiveram inúmeros herdeiros. Mas, para ZEUS, mais importante que ser fiel à ciumenta esposa, era a paternidade. Seja com deusas ou mortais, ZEUS teve diversos filhos, todos heróis e dignos, tanto que as cidades mais importantes da Grécia vangloriavam-se de Ter como fundador um filho de ZEUS _ O DEUS DOS DEUSES E DEUS DOS HOMENS.”

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Alexandre, O Grande


Alexandre Magno

Alexandre Magno ou Alexandre o Grande são dois nomes que se deram a este rei da Macedónia (a Macedónia ficava onde hoje em dia se situa uma parte do Norte da Grécia e uma parte da antiga Jugoslávia), que viveu durante o século IV a. C..No total, durante onze anos de viagem, ele viajou 32180 Km. Chefiando exércitos enormes, abriu novas estradas até à Índia. Nesta viagem ele consegiu não só aumentar o tamanho e o poder do Império Grego, como também conseguiu espalhar a cultura grega por todos aqueles terrenos. Para além disso fundou 70 cidades, uma delas Alexandria, que tal como o nome indica, quer dizer Cidade de Alexandre. Alexandria é conhecida por ter um grande farol, o maior que existiu na época. Também é conhecida por causa da grande biblioteca. Dessas 70 cidades, 20 delas também tinham o nome de Alexandria. Quando morreu (33 anos) ele tinha destruído o enorme poder do império Persa e podia proclamar que dominava uma área com 5 milhões de quilómetros quadrados.O seu cavalo chamava-se Bucéfalo. Alexandre domou-o por parecer indomável. Numa batalha em Isso (Sudeste da Turquia) em 333 a. C. diz-se que mais de 100000 persas foram mortos, mas Dário, o seu rei, consegiu escapar. Alexandre continuou a persegui-lo ao longo das costas do Líbano e da Síria em direcção ao Egipto. Em 332 a. C. Alexandre foi proclamado faraó de Mênfis (Egipto).Em 331 a. C. Enfrentou Dário uma vez mais na Batalha de Gaugamela (Mesopotâmia). Apesar de ter muito menos homens a sua perícia táctica triunfou. Dário escapou derrotado e abatido, e Alexandre estava agora bem colocado para assumir o título de rei da Ásia. Forçou a sua passagem através das cidades Persas de Susa e Persépolis onde ficou 6 meses antes de destruir o palácio real. Depois marchou por 644 km durante 11 dias em direcção a Ecbátana (Hamadãn) e soube que Dário tinha sido morto por Bessus, um dos seus próprios homens que reivindicava o trono.